Esse hábito não pertence apenas a adolescentes, mas está presente em pessoas com TDAH, Stress, limítrofes e intelectuais. A decisão de deixar para depois o que precisa ser feito, tem uma certa dose de controle pessoal do que é prioridade, além de fuga de padrões e até apelos do meio o qual está inserido: limpar um quarto, terminar uma tarefa profissional, ler um livro na cobrança acadêmica, começar uma dieta, fazer um TCC no prazo final, deixar tudo para os 45 do segundo tempo kkk
A palavra vem do latim procrastinare, que é a união do prefixo pro(encaminhar) e castinus(amanhã), o famoso deixa para depois, ou para amanhã. Jogar para o futuro o que não deseja enfrentar, fazer ou concluir.
Nossa sociedade está repleta de coisas que nos distraem: internet, emails, blogs, Whatsapp, vídeos, feeds, séries, games…
Alguns até tentam se justificar dizendo que trabalham melhor sob pressão, mas os cientistas estão descobrindo que eles estão longe de se sentirem felizes com esse hábito. Os enroladores convivem com mais stress, sentimentos e culpa, baixa autoestima e arrependimento por terem a atitude de protelar: tarefas, decisões, responsabilidades, funções, compromissos… papéis.
Alguns sentem o dia passar, a semana, o ano e pouco fizeram e coloram em prática, só no mundo de fantasia e faz de conta, sem desafios, ações e execução de progresso e mudanças. Deixar de ir ao médico, entrar na academia, fazer um curso, terminar um curso, não estudar para concursos, evitar up grade profissional é covardia e imaturidade emocional.
Já relacionaram a procrastinação a exigência de perfeição e medo de fracasso. Uma atitude mental que privilegia os obstáculos e não a recompensa e resultados acaba perdendo muitas chances de crescimento e evolução.
Tem como mudar? Sim, com certeza. Concentre-se, veja o lado positivo de ser assertivo e pragmático, não tenha medo de errar, não tenha medo de crescer e muito menos de olhar para o futuro e não ficar presos em amarras emocionais de estagnação e derrota. A vida é movimento.


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