Quando escrevi um livro em 2021 disse que a palavra chave naquele momento e pós Pandemia era: ADAPTAÇÂO.
Hoje digo que o que falta e a palavra mestra para o bem estar é simples: UNIÃO.
Acho esse está sendo o problema no momento, está no “AR” e sob o controle no mal uma instigação de ataques e oposições, intolerância e dificuldade em aceitação.
Como é fácil começar uma discórdia!!!
As pessoas em todas as esferas das relações humanas: casais, famílias, bairro, trabalho…estão com divergências de ideias e com dificuldade de lidar com isso. O estresse mata, sufoca sentimentos, e instiga em nós o nosso pior: Luta ou Fuga.
As pessoas se estruturam de modos diferentes e aceitar o que não é igual e até mesmo comparar não é amoroso. O relacionamento pacifico, independente, emotivo, empírico e livre incomoda o outro lado mais conservador, regrado, objetivo e rígido estamos falando de estruturas diferentes.
O mundo está dividido, as vezes a mente de alguns também se divide, quando a pessoa olha para si e percebe o quanto o ambiente em que está inserido teve marcas e influência sobre uma libertação de seu eu profundo(Eu Interior).
O poeta Horácio disse:” Quem vive com medo nunca será livre.” Realmente um dos traços mais pronunciados da vida contemporânea é a repressão das emoções, segundo um estudioso do Medo, E.R. Mower.
O primeiro livro de Augusto Cury me impressionou sobre o levantamento do mau e estrago que a repressão mental traz na sociedade norte americana e esse escritor, Psiquiatra até então desconhecido, relacionou isso aos sintomas psicossomático daquele país: Doenças Cardíacas e Câncer, além de Diabetis tipo 2 e a Obesidade. Mas tenho certeza que ele teve o start pelo livro de Léo Buscáglia um estudioso do Amor e das relações.
Foi profético que a Nação Anglo Americana seria como ferro e argila, tamanha a incongruência de ideias.
Hoje precisa desenhar, para as pessoas aprenderem. Precisa investir em desenhinho da Disney para as pessoas conhecerem e falarem das emoções, matéria prima da Psicologia e Psiquiatria.
O espanto, o sobressalto, a aflição, o pesar, a intranquilidade, a afeição, a alegria, o entusiasmo…isso tudo está no silencio e sendo embotado pela razão, pelas necessidades financeiras, pela competição e comparações das mentes obsessivas e objetivas.
Lembro-me dos fariseus que eram detalhistas, meticulosos, regrados, bonitinhos por fora, bons oradores, decoradores da ‘Lei”, mas que a aplicação do amor era escassa e ausente. Foram chamados de “sepulcros caídos” ou de “túmulos vazios”, ele simplesmente pelo Maior Homem que já viveu.
Esse maior homem vivia e andava com o “pó da terra”, ele se misturava com os desprezados, adoentados, pobres, machucados, defeituosos de nascença, comeu na casa de desvirtuosos gananciosos como o cobrador de impostos Zaqueu, encostava em leprosos que os fariseus os mantinham a metros de distância. Um representante do Amor unia e foi recriminado por isso.
A insensibilidade, crueldade e desunião é para aqueles que não estão sentindo e refletindo profundamente.
“Além de todas as coisas, revistam-se de amor, pois é o perfeito vínculo de união.” Colossenses 3:14


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