Cresce o movimento de envelhecimento saudável, o pior é que alguns nem chegaram na quinta década da vida e já estão com muitas doenças! Quem dirá a perspectiva de 60, 80 ou até 100 anos.
Os inimigos da longevidade são; as doenças, dores, inflamações, perda do funcionamento dos órgãos vitais… É possível chegar a ter mais de 60 anos com disposição, energia e alegria? SIM
Aquele papo de Estilo de Vida funciona. Saúde Mental também e as dicas clássicas: Atividade Física, Alimentação Nutricional, Dormir Bem, Técnicas de Relaxamento, Alongamentos, Relacionamentos Saudáveis, Equilibrar o trabalho, vida pessoal, desenvolver espiritualidade…
É na contra mão dos benefícios imediatos dos medicamentos. Se cuidar não á apenas fazer exames e tomar remédios.
Cada ciência delimita seu objeto de estudo e o aborda dentro dos limites do seu recorte epistemológico, com seus instrumentos específicos. Assim o objeto de estudo da medicina se define nas coordenadas cartesianas. A ciência médica cuida do corpo humano na dimensão biológica, cuida do corpo anatômico, o corpo mensurável, manipulável, observável.
A Psicanálise tem seu recorte epistemológico em outra direção, na dimensão do corpo erógeno, corpo do desejo, “alma” (seele) freudiana.
A Medicina Integrativa na dimensão holística, energética, vibracional, preventiva, curativa… interliga a mente, os sentimentos, propósitos e faz com que sua vida seja a cada dia uma construção de bem estar e autoconsciência.
Unir os saberes sobre o homem doente e sadio é de extrema valia, mas tão fragmentado pela especialização tecnológica os dogmas são muitos.
Hoje é vital reconhecer que ciência não é religião, nem torcida de futebol, mas admitir a incompletude dos nossos saberes é condição para a convivência em equipes multidisciplinares. Clube fechado é coisa do passado, estamos falando de vida e das dimensões do nosso corpo, segundo definição da OMS, em 1946, definiu saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas como a ausência de doença ou enfermidade.
Quem puder refletir sobre a ditadura de um modelo escravo da farmacologia medicamentosa, cujo dogma ditará as regras desconfortáveis da trilogia “diagnóstico-doença-remédio”, encontrar muitas saídas e inovações. Pensar apenas no biológico comprova-se insuficiente.
Precisamos encontrar o ponto de equilíbrio entre as drogas verdadeiramente eficientes da medicina moderna e os tratamentos individualizados da nossa velha medicina interna, espiritual, emocional e invisível. Há uma abertura mundialmente para isso, porém em nosso país as conquistas para saberes energéticos, como a Medicina Biomolecular(Ortomolecular, Nutrologia), Homeopatia, Fitoterapia, Acupuntura, Ozonioterapia, Eletromagnetismo, Radiofrequência, Laser, Terapia Neural..são desincentivados.
Para o ponto de vista integrativo o profissional que precisamos cuida do organismo como um todo, nunca se esquecendo de eliminar a causa da doença, uma vez que não existe doença sem causa.
Eliminando a causa desaparecem os efeitos (sublata causa, tolitus efectus – Hipócrates). O médico deve ter sempre em mente a relação íntima entre causa e efeito como uma verdade na Física e na Química, assim como é uma verdade em Biologia que as células são formadas por átomos e moléculas.
A muitas décadas isso foi deixado de lado. Será que Linus Pauling conseguiu um Premios Nobel sem ter cito científico?
Sua energia pode crescer ou é reduzida, seu corpo pode ficar poluído ou fazer limpeza do terreno biológico lhe dará vigor, suas células, órgãos poderão ter mais energia e equilíbrio por um caminho que é desincentivado pelas Universidades.
Você quer ser o “velhinho(a) da farmácia?” Se não deseja reflita sobre a afirmação icônica de Nikolas Tesla que explora a essência do universo: ” Se você quer encontrar os segredos do universo, pense em termos de energia, frequência e vibração.”


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