Essa é a campanha do Setembro Amarelo/2024, mês dedicado a prevenção de Suicídios.
Um estudo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) apontou os determinantes sociais de mortes por suicídio, de acordo com cada gênero: entre os homens, as mortes por suicídio estão associadas ao uso de álcool e outras substâncias.
O estudo do Ministério da Saúde apontou que os adolescentes foram os que mais morreram por suicídio no país e outros países do primeiro mundo visto estar uma verdadeira epidemia: Japão, Coreia, Nova Zelândia… As desmodulação hormonal e cerebral, ausência de relacionamentos significativo, mudanças no corpo, cobranças sobre o futuro, perspectivas…
Tudo isso é um turbilhão na mente dos jovens, além de problemas familiares, pais sem estrutura, não apontam direção e péssimos exemplos.
Algumas revistas científicas apontam outro problemas: “Aumento do tempo de tela como causa de diminuição da saúde física, saúde psicológica e padrões de sono: uma revisão da literatura”, de 2022, publicado na revista científica médica Cureus
Então isso, muito tempo na tela dessensibiliza o sistema de recompensa do cérebro, de acordo com um artigo informativo de Victoria Dunckley, psiquiatra e autora do livro “Reset Your Child’s Brain” (“Redefina o Cérebro do seu Filho”, em tradução livre), publicado no site da Universidade do Estado de Nova York, nos Estados Unidos.
Além da corrente eletromagnética que gera cansaço, esgotamento e falta de energia, passar muito tempo diante de uma tela afeta o desenvolvimento cerebral e aumenta o risco de distúrbios cognitivos, emocionais e comportamentais em adolescentes e jovens adultos.
É o que explica o artigo “Demência digital na geração da Internet: o tempo excessivo de tela durante o desenvolvimento do cérebro aumentará o risco de doença de Alzheimer e demências relacionadas na vida adulta”, publicado no Journal of Integrative Neuroscience em 2022.
Segundo o estudo, o tempo de tela excessivo “afeta negativamente a atenção e a concentração, a aprendizagem e a memória, a regulação emocional e o funcionamento social, a saúde física, e o desenvolvimento de distúrbios mentais e de uso de substâncias”.
Um artigo publicado no Journal of Integrative Neuroscience vai pelo mesmo caminho e também adverte: “Se os circuitos neurais subjacentes às habilidades cognitivo-comportamentais essenciais para a inteligência geral e adaptabilidade durante toda a vida são subdesenvolvidos ou anormalmente desenvolvidos antes da idade adulta”, diz o documento.
A investigação científica continua e diz que “é provável que essas mudanças persistam na idade adulta precoce e média e sejam mais vulneráveis à neurodegeneração acelerada na idade adulta tardia, o que aumentará o risco de leve comprometimento cognitivo e doença de Alzheirmer precoce e demências relacionadas”
Alimentação inadequada, falta de atividade física, desistência ou barreira para novos conhecimentos, evitação de desafios, falta de fé, coragem e restrição afetiva está sendo os ingredientes funestos desta geração. Procure AJUDA. Tudo pode mudar.


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