A sessão Saúde do jornal o Globo desta semana publicou uma matéria interessante Mente Azul, assim fazendo referência ao livro Blue Mind: The Surprising Science That Shows How Being Near, In, On, or Under Water Can Make You Happy, Healthy, More Connected, and Better at What You a tradudação do nome deste livro ficou : Mente Azul: a ciência surpreendente que mostra como estar perto, dentro ou debaixo d’água pode torná-lo feliz, saudável, mais conectado e melhor no que faz .
Wallace J. Nichols, biólogo marinho que dedicou a sua vida neste estudo que ele deu o nome de “Mente Azul”, ele apresenta uma ampla gama de pesquisas. que ligam a proximidade à água, seja através do oceano, dos rios, dos lagos ou das piscinas, à calma, à saúde, à criatividade, à eficiência e, em última análise, ao bem-estar pessoal. Sua tese é que o contato com a água tem um impacto positivo no homem, a nível físico e emocional.
O autor compara o estado da Mente Azul com a Mente Vermelha , nome que utiliza para se referir ao estado de estresse crônico , superestimulação e hiperatividade típico da vida moderna que, no longo prazo, leva à ansiedade, fadiga mental e desconexão emocional.
Nichols sugere ainda que o contato regular com a água pode contribuir para a neuroplasticidade: a capacidade do cérebro de se reorganizar e formar novas conexões neurais, o que também leva à redução do estresse crônico.
A neurociência por trás do fenômeno, já que a partir de uma abordagem neurocientífica, Nichols afirma que os ambientes aquáticos; através da exposição a estímulos sensoriais suaves e repetitivos como o som das ondas, o contato com a água e até a contemplação de corpos d’água, desencadeiam uma série de respostas neuroquímicas que ativam a produção de hormônios, como dopamina, serotonina e ocitocina, todas associadas ao prazer, relaxamento e calma; ao mesmo tempo que reduz os níveis de cortisol, o hormônio do estresse.
Os principais estudos a que se refere são, por um lado, os do psicólogo ambiental Roger Ulrich e a sua teoria da recuperação na natureza, com a qual demonstrou que a presença da água e das paisagens naturais acelera a recuperação dos pacientes e reduz o stress.
Há mais pesquisas sobre os benefícios dos espaços verdes que sobre corpos d’agua: mar, lagos, rios, canais… Um relatório chamado “Green and Blue Spaces and Mental Health” (Espaços verdes e azuis e saúde mental), publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que o tempo na natureza , incluindo áreas urbanas e periurbanas , melhora o humor, a mentalidade e a saúde mental. A pesquisa mostra que a exposição a florestas, parques, jardins ou litorais pode até mesmo atenuar o impacto psicológico das mudanças climáticas, apoiar a atividade física e oferecer oportunidades de interação social e lugares “para relaxar e deixar o estresse diário de lado por um tempo”.
“Se pensarmos em nossa relação com a natureza, ela nos lembra que estamos inseridos no mundo natural, como espécie”, destaca Patricia Hasbach, psicoterapeuta e ecopsicóloga em Eugene, Oregon, Estados Unidos. “Estamos meio que voltando para casa quando entramos em espaços azuis ou verdes. Isso promove um sentimento de fazer parte de algo maior do que nós mesmos.”
Quer melhorar de cansaço mental estresse, irritabilidade, abatimento emocional…fique em contato com a natureza. A mais de 50 anos faço um trabalho voluntário destinado a informar as pessoas de que em Breve a Terra inteirinha será um Jardim de Prazeres, sim ela voltara a ser um Paraíso. E quando isso ocorrer teremos a verdadeira vida, com pessoas permeadas de amor e paz!!!


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