A demência abrange uma ampla gama de distúrbios neurodegenerativos que representam uma crescente crise de saúde global. Atualmente, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS-2025), 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, um número que deve triplicar até 2050, porque a população mundial está envelhecendo.
Os tipos mais comuns de demência é a doença de Alzheimer (DA), depois a demência vascular (DV), e as demais a demência por corpos de Lewy e a demência frontotemporal, que causam comprometimento cognitivo grave e perda de memória, impactando significativamente a qualidade de vida dos pacientes.
A doença de Alzheimer (DA) é a mais comum forma de demência responsável por 60-80% dos casos em pacientes. Caracteriza-se por depósito de amilóide, neuro degeneração, perda associada de sinapses e baixos níveis de neurotransmissores no cérebro. Embora a causa exata da DA ainda não tenha sido descoberta, vários fatores de risco estão associados à doença, incluindo idade, gênero, fatores socioeconômicos, educação, lesão, sono, hipertensão e fatores genéticos.
A doença de Alzheimer está associada à formação e deposição de placas A e neuro fibrilares intracelulares emaranhados criados a partir do acúmulo de proteínas fosforiladas, que eventualmente levam à perda de sinapses neurais e degeneração neural.
Estudos em animais mostraram uma relação entre hipóxia e fisiopatologia da DA, incluindo A e neuropatia, disfunção da autofagia, secreção de citocinas pró-inflamatórias, geração de espécies de oxigênio e anormalidade mitocondrial, todos pioram com a progressão da doença.
Os neurologistas descobriram que as células do hipocampo no cérebro estão entre as mais afetadas pelo estresse oxidativo.
Terminei neste ano uma Pós em Ortomolecular, aprendi muitas coisas e bem complexas, mas agora vou tentar simplificar a linguagem.
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Como ajudar!
Os distúrbios neurodegenerativos têm inúmeras etiologias e são um grupo de doenças que afetam todo o sistema nervoso, como cérebro, medula espinhal e nervos periféricos. Com o aumento da expectativa de vida, essas doenças tem se mostrado um grave problema de saúde global.
Paralelamente, estudos recentes mostraram que a Ozonioterapia pode ser muito útil no tratamento das doenças neurodegenerativas e distúrbios neurológicos e doenças neurológicas inflamatórias e degenerativas, por meio de um efeito relacionado à atividade da enzima Citocromo-c-oxidase.
O gás ozônio (O 3 ), descoberto em meados do século XIX, é uma molécula composta por três átomos de oxigênio que é altamente instável e se decompõe em um dioxigênio e um único átomo de oxigênio livre. Com base na Teoria da Hormese, o ozônio pode ter um efeito estimulado em concentrações menores que as quantidades inibitórias e tóxicas.
Embora o O 3 tenha efeitos perigosos devido às espécies monooxigenadas, a ozonioterapia tem sido usada e estudada há mais de um século por seu uso como desinfetante (contra os efeitos nocivos de bactérias, vírus, fungos, leveduras e protozoários) e para o tratamento de doenças (estimulando o metabolismo do oxigênio e ativando o sistema imunológico). O primeiro relatório sobre ozonioterapia e aplicações clássicas do tratamento com ozônio foi publicado por Wolff em 1974.
A Ozonioterapia foi registrada entre as terapias bio-oxidativas. Seus efeitos têm se mostrado consistentes, seguros e com efeitos colaterais mínimos e evitáveis quando administrados na dosagem e forma adequadas.
O conceito de um eixo bidirecional pulmão-cérebro destaca a complexa interação entre os sistemas de órgãos periféricos e o cérebro em resposta a agressões ambientais. Este eixo destaca que os efeitos nocivos de poluentes atmosféricos e os efeitos benéficos do Ozônio Medicinal no AR e como não se limitam às vias de exposição direta, mas também envolvem respostas sistêmicas que podem exacerbar ou talvez iniciar processos subjacentes à bio regulação. estimulação e neuro benefícios.
Existe inúmeros estudos sobre o efeito negativo da inalação de poluente, inclusive o Ozônio Atmosférico = Poluição Atmosférica. MAS CUIDADO O OZONIO MEDICINAL É O OPOSTO.
Ozônio Medicinal é utilizado em diversas áreas da saúde, com aplicações seguras e controladas, principalmente na forma de ozonioterapia. O ozônio medicinal é gerado por aparelhos especiais que convertem oxigênio puro (O₂) em ozônio (O₃) em concentrações específicas e adequadas para uso terapêutico. Sua aplicação mais comum é no tratamento de diversas condições, especialmente aquelas relacionadas a dores crônicas, inflamações e infecções.
O Ozônio Medicinal é utilizado devido às suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e germicidas. Quando aplicado de forma controlada no corpo humano, ele age no combate a processos inflamatórios e pode auxiliar na regeneração de tecidos, sendo eficaz no tratamento de dores crônicas, feridas e outras condições.
A Ozonioterapia para doença de Alzheimer ou pacientes com comprometimento cognitivo leve amnésico mostraram melhora da função cognitiva, aumento do metabolismo cerebral e aumento do espaço escores de memória de trabalho. Porque a hipóxia é parte integrante da patogênese da DA, melhorando o aporte de Oxigênio(OZÔNIO)melhora significativamente a função cognitiva em pacientes com DA.
As características neuroprotetoras da terapia com ozônio medicinal já foram avaliadas in vivo, e através de seu mecanismo de ação, o O3 em contato com os fluidos biológicos, assim como inalados na quantidade segura geram dois tipos de mensageiros: as espécies reativas de oxigênio (ROS), como o peróxido de hidrogênio (H2O2) e produtos de oxidação lipídica (LOPs), que atuam na regulação e ativação de inúmeras funções celulares e teciduais.
O principal modo de ação da Ozonioterapia é através da diminuição da neuroinflamação, estresse oxidativo e apoptose neural, e aumento da neuroproteção.
Pesquisadores da Universidade de Ciências Médicas Baqiyatallah no Irã, realizaram uma revisão sistemática sobre a eficácia clínica da ozonioterapia no tratamento da Esclerose Múltipla (EM), uma doença neurológica degenerativa que acomete o sistema nervoso central (SNC), caracterizada pelos comprometimentos vasculares e metabólicos que levam à desmielinização e danos axonais nos neurônios, ou ainda levam a uma deficiência ou perda completa da transmissão de impulsos nervosos para o sistema nervoso central.
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