Depressão e seus desafios

A questão é quando é uma psicopatologia ou apenas uma fase? O luto circunstância inaugural da perda foi o que motivou que levou Freud a se debruçar sobre a Depressão, mas vem a psiquiatria e traz um cérebro fisiologicamente modificado que precisa de química para funcionar bem.

Não gosto de extremismos, então tentarei pelo caminho do “meio”. Acho a perda, a distância de alguém que amamos(também resposta de luto), já que o afeto nem todos elaboram a distância, inseguranças, medos, conflitos, perfeccionismo…hoje nossa sociedade é o palco de muitas Brechas ou penses para crises em estruturas fragilizadas.

Todo sintoma deriva de um conflito, e todo conflito que não encontra destino ou suporte simbólico ou imaginário aparece como angústia.

A Depressão é considerada como uma das mais presentes formas de “mal estar” contemporâneo, simbolicamente representa o fracasso do sujeito na participação da cultura do narcisismo e do espetáculo.

Contudo o deprimido sente-se inferiorizado e possui um excesso de introspecção, seu isolamento melancólico diante do mundo, se contrapõe a estética da performance social, e isso o faz ficar em desvantagem e a criar uma aparência de bem estar falsa, sai, passeia, viaja…sem vontade ou para mostrar que está bem(desejo de se esconder).

Alguns teóricos chamam de alienação subjetiva essa retração social. É um eterna incompatibilidade entre as necessidades do sujeito e as exigências sociais, familiares, profissionais e culturais: festas, grupos de whats, redes sociais…

OS psiquiatras acham que é o sistema límbico, hipocampo, córtex pré frontal o núcleo Accumbens… e caso seja apenas uma desregulação desses digo com constatação de experiência clinica que esses podem serem ativados e estimulados com: psicoterapia, psicotrópicos, Eletromagnetismo, Eletrochoque, Fotobiomodulação(Laser), Estimulação Vibracional(Quântica), Acupuntura, Fitoterápicos, Alimentação funcional, Suplementos…Atividade Física, Sentido na vida, confiança, bons amigos, bom sono, suporte emocional, bons hábitos, espiritualidade…

A construção da subjetividade, forma de ser, que implica na maneira de sentir, pensar e agir, é uma questão singular pela qual o sujeito percebe/apreende o mundo e se organiza/desorganiza em face do que percebe.

A forma de ser singular se configura ao longo de um processo de subjetivação, é uma criação psíquica. Essa forma de se pode produzir mais ou menos sofrimento e ser mais ou menos restritiva em relação as suas possibilidades existenciais.

Quem tem transtornos de humor bipolar tem uma alteração em componentes da afetividade. A Afetividade é a capacidade do cérebro de produzir respostas emocionais espontâneas ou em repostas a estímulos, e em compreender os sentimentos, emoções e o humor.

Por isso há diferença entre um mera Depressão e alguém propenso a depressão.

A psiquiatra Ana Beatriz, famosa por seu TDAH e redes sociais diz que o TDAH não pode conviver com alguém com TOC kkk, digo que o TDAH com certeza irrita muito quando  convive com quem tem  TAB- Transtorno Afetivo Bipolar, porque eles não suportam nos ver :acordar cedo com disposição, cantar de manhã, arrumar a casa, fazer exercícios, caminhadas ou enviar mensagens kkkk.

Foto por Anete Lusina em Pexels.com

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Oi! Sou Sônia Augusta, psicóloga pela UniFMU, Pós-Graduada em Arteterapia, Gerontologia e Saúde do Idoso e Acupuntura. Me aperfeiçoei em temas como AT-Atendimento Terapêutico, Saúde Mental em Hospital Geral (Unifesp), Coaching de Emagrecimento, Psicossomática, Biofísica aplicada à Saúde. Sou pesquisadora nas áreas de Medicina Integrativa, Psicanálise, Longevidade, Nutrologia e Medicina Tradicional Chinesa.

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